Pacotes para Fernando de Noronha
O destino mais pedido de quem sai de Recife — e o que mais gera dúvida de orçamento. Aqui está o que precisa entrar na conta antes de fechar.
O que costuma faltar no orçamento
Quem monta a viagem sozinho quase sempre soma passagem e hospedagem e para por aí. Noronha tem duas cobranças obrigatórias que não aparecem na tarifa aérea e costumam pegar de surpresa:
- Taxa de Preservação Ambiental (TPA), cobrada por dia de permanência na ilha. Quanto mais dias, maior — e ela cresce de forma não linear.
- Ingresso do Parque Nacional Marinho, exigido para a maior parte das praias mais conhecidas, como Baía do Sancho e Baía dos Porcos.
Os dois valores mudam periodicamente, então não adianta decorar número: o que importa é que entrem no orçamento desde o começo. Nos nossos pacotes eles já vão somados.
Quantos dias ficar
Menos de quatro noites costuma frustrar. Os passeios de barco, as trilhas e boa parte das praias dependem de condição de mar e de horário de maré — se o dia fecha, você perde o passeio e precisa de outro dia para repor.
Entre cinco e sete noites é o intervalo em que dá para conhecer com calma e ainda sobrar margem para um dia ruim.
Quando ir
De agosto a dezembro o mar costuma estar mais calmo, o que favorece mergulho e travessia de barco. De janeiro a julho chove mais e o mar de dentro fica mais agitado, mas a ilha fica mais verde. Não existe época ruim — existe época mais adequada ao que você quer fazer lá, e é isso que consideramos ao sugerir data.
Como se chega
Os voos regulares partem de Recife e de Natal. Quem mora em outra cidade normalmente faz conexão em uma das duas — e, nesse caso, vale comparar o total saindo de cada praça, o que fazemos na cotação.
O que entra no pacote: passagem, hospedagem escolhida pela localização, traslado, passeios e o acompanhamento durante a viagem. Você recebe as opções com o valor fechado e escolhe.
Perguntas frequentes
Quanto tempo ficar em Fernando de Noronha?
Menos de quatro noites costuma frustrar: o arquipélago tem passeios de barco, trilhas e praias que dependem de condição de mar e de horário de maré. Entre cinco e sete noites é o intervalo em que dá para conhecer com calma e ainda ter margem para um dia de chuva.
Além da passagem e da hospedagem, o que mais preciso pagar?
Duas cobranças obrigatórias que não entram na tarifa aérea: a Taxa de Preservação Ambiental, cobrada por dia de permanência, e o ingresso do Parque Nacional Marinho, necessário para a maior parte das praias mais conhecidas. As duas mudam de valor periodicamente e entram no orçamento que montamos, para não virar surpresa na chegada.
De onde saem os voos?
Os voos regulares para Noronha partem de Recife e de Natal. Quem mora em outra cidade normalmente faz uma conexão em uma das duas.
Qual a melhor época para ir?
Depende do que você quer. De agosto a dezembro o mar costuma estar mais calmo, o que favorece mergulho e travessia de barco. De janeiro a julho chove mais e o mar de dentro fica mais agitado, mas a ilha fica mais verde e a alta temporada é outra. Consideramos isso ao sugerir data.
Vocês montam o pacote completo?
Sim: passagem, hospedagem, traslado, passeios e o acompanhamento durante a viagem. Você recebe as opções e escolhe.
